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out 23

Underground soteropolitano – ecletismo

Existem histórias sensacionais sobre o Underground soteropolitano e uma delas é sobre como conhecemos  o lendário Morotó Slim.

Os ensaios em Salvador eram restritos a um número mínimo de horas e no estúdio de Jaiminho, em Brotas, os períodos eram de 3 horas. A Mercy Killing marcou ensaio dass 15:00 h às 18:00 h e a banda, na época provavelmente em 1991, era um trio (Léo, Bruno Leal e Iuri “Bonebreaker” Coelho). Ao chegar no local encontramos um cara magrelo e usando topete com sua guitarra e me chamou atenção por ele parecer com Buddy Holly, obviamente logo começamos a trocar idéias. Iuri, como acontecia às vezes, não deu as caras, e o convidamos para fazer uma jam, que se alongou até as 20:00 h (nesse dia até Jaiminho e Márcio, seu irmão, tocaram conosco) e criou um vínculo que, para os envolvidos, era natural a ponto de estranharmos quando alguém comentava “ué, você vai no show de uma banda de rockabilly?”.

Ele afirmou que havia ensaio marcado dos Feios no mesmo período, mas conhecendo-o sabemos que provavelmente ele não fazia ideia de como foi parar ali. Tocamos muita coisa, de Kinks a Black Sabbath e até a defenestrável (para os metaleiros) rock do caicó (que se você não soubesse tocar não eram bem vindo nas rodas de músicos, vai entender!). Futuramente sairia a demo da banda dele que estava em formação e tocamos juntos várias vezes, ignorando o manual do sectarismo da música que os caga-regras viviam defecando na cena.

Para conhecer mais sobre a história da banda que fez Rogério “Morota” se tornar uma lenda continue lendo no Bahia Rock!

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